«Ou deixam o PS governar ou há eleições outra vez»
Entrevista do dia
Augusto Santos Silva, dirigente socialista, pede ao eleitorado para dar uma oportunidade para governar com condições porque não existem, à esquerda do PS, «forças disponíveis para fazer coligações». O ex-ministro da Educação e da Cultura admite que, na parte final do governo de António Guterres, houve «um défice de autoridade política» e «algum ziguezague governativo». Mas, sublinha, a «atitude do eng. Sócrates é muito diferente»
- A consolidação das finanças públicas é uma forte aposta do PS se vencer as eleições. Mas como tenciona o partido executá-la?
- Será uma consolidação real. Primeiro, a revisão do Pacto de Estabilidade e Crescimento. E os partidos devem dizer o que fazem se forem Governo, em que sentido vão influenciar os 25 na revisão do Pacto. Nós somos favoráveis a uma revisão do PEC que poupe o investimento reprodutivo, em qualificação, ciência e inovação.
- É favorável então ao fim das regras da União Económica e Monetária...
- Sim, somos favoráveis a que terminem as regras da União Económica e Monetária. A consolidação das finanças públicas é uma condição sine quo do crescimento da economia e do bem-estar social. Mas a revisão do PEC deve ser uma revisão inteligente.
- Mas essa é apenas uma via...
- Outra das propostas é alongar os prazos tendo em conta a natureza dos ciclos económicos. A via do aumento da receita fiscal por eficiência fiscal no combate à evasão e à fraude fiscal é outra via. Grande parte das empresas não paga IRC. Há aqui uma margem de manobra para a qual temos de ter propostas e capacidade de aprová-las e que passam por uma política mais determinada no combate à fraude fiscal, utilizando, designadamente, o fim equilibrado do sigilo bancário e fiscal. E depois a via dos impostos.
In: A Capital
Augusto Santos Silva, dirigente socialista, pede ao eleitorado para dar uma oportunidade para governar com condições porque não existem, à esquerda do PS, «forças disponíveis para fazer coligações». O ex-ministro da Educação e da Cultura admite que, na parte final do governo de António Guterres, houve «um défice de autoridade política» e «algum ziguezague governativo». Mas, sublinha, a «atitude do eng. Sócrates é muito diferente»
- A consolidação das finanças públicas é uma forte aposta do PS se vencer as eleições. Mas como tenciona o partido executá-la?
- Será uma consolidação real. Primeiro, a revisão do Pacto de Estabilidade e Crescimento. E os partidos devem dizer o que fazem se forem Governo, em que sentido vão influenciar os 25 na revisão do Pacto. Nós somos favoráveis a uma revisão do PEC que poupe o investimento reprodutivo, em qualificação, ciência e inovação.
- É favorável então ao fim das regras da União Económica e Monetária...
- Sim, somos favoráveis a que terminem as regras da União Económica e Monetária. A consolidação das finanças públicas é uma condição sine quo do crescimento da economia e do bem-estar social. Mas a revisão do PEC deve ser uma revisão inteligente.
- Mas essa é apenas uma via...
- Outra das propostas é alongar os prazos tendo em conta a natureza dos ciclos económicos. A via do aumento da receita fiscal por eficiência fiscal no combate à evasão e à fraude fiscal é outra via. Grande parte das empresas não paga IRC. Há aqui uma margem de manobra para a qual temos de ter propostas e capacidade de aprová-las e que passam por uma política mais determinada no combate à fraude fiscal, utilizando, designadamente, o fim equilibrado do sigilo bancário e fiscal. E depois a via dos impostos.
In: A Capital


SÓCRATES 1º MINISTRO?!MAS QUEM É ESSE SENHOR?QUE OBRA FEZ?QUE DECISÕES TOMOU?PARA QUEM FALA DE UM RUMO PARA PORTUGAL E SALTOU DO BARCO COM O GUTERRES EM 2001, É PRECISO TER MORAL...
NEOCONSERVADOR